sexta-feira, 25 de setembro de 2009

PENSAMENTOS DE ANTONIO KLEBER MATHIAS NETTO

A certeza do que somos não tem o condão de transformar-nos em onipotentes. Somos todos elos que, individualmente, não passamos de subsídios. Alguns não pensam assim. Mas o que seria da platéia, se não existissem esses saltimbancos de merda? Continuo acreditando que as coisas estejam no seu lugar. Quer dizer, algumas.
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Nutro infinita vocação para abraçar as humildades. Lamento que, de vez em quando, não sobre outra alternativa, senão o escarro. As infinitudes, tratando-se de sentimentos, não são absolutas, principalmente diante das indignidades.
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Sempre guardo trunfos para aniquilar donos de meias-verdades.
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Agasta-me verificar a proliferação dos enganadores.
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Abrir a alma não significa que se deixem abertas as portas dos segredos.
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O grande aprendizado ainda está no espinho. Vencer sempre é tedioso.
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A melhor trama não está às voltas com o amor perfeito, mas com a conquista difícil.
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Há cidades merecedoras de certo tipo de político, misto de homem e palhaço, velhaco e corrupto. Nelas, o século se atrasa um século para passar. Ao depois, não adiantam ampulhetas.

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